Psiconites — Larissa Benites

Psicologia do Esporte · CRP 06/227003

Psicóloga do esporte em São Bernardo do Campo e online.

Acompanhamento psicológico para atletas que lidam com pressão, medo de errar, perda de confiança, lesões, banco, avaliações e mudanças na carreira esportiva.

Larissa Benites, psicóloga do esporte, em seu consultório em São Bernardo do Campo
AtletasBase, formação, amador e profissional
DemandasPressão, confiança, erro e decisão
ContextoFamília, treinador, equipe e carreira
FormatoPresencial em SBC e online

Quando procurar

Às vezes, o problema não é falta de treino.

O atleta pode estar preparado tecnicamente e, ainda assim, travar quando é avaliado, olhar para a arquibancada depois de um erro, perder confiança ao ir para o banco ou sentir que precisa compensar uma falha na jogada seguinte.

Também pode treinar bem e não conseguir repetir na competição. Ou começar a evitar decisões, jogar apenas para não errar, interpretar cada orientação do treinador como prova de que não é bom o bastante e levar o resultado para a forma como enxerga o próprio valor.

O acompanhamento psicológico ajuda a compreender o que acontece antes, durante e depois das situações de pressão. O objetivo não é criar um atleta que nunca sente medo ou nervosismo, mas construir respostas mais úteis quando essas emoções aparecem.

Demandas frequentes

O que pode ser trabalhado no acompanhamento.

As demandas não são tratadas como habilidades isoladas. Cada reação é compreendida dentro da modalidade, da trajetória e das relações do atleta.

Erro

Medo de errar

Quando a atenção sai da jogada atual e fica presa ao que pode acontecer se o atleta falhar novamente.

Confiança

Recuperação após falhas

Para que um erro não precise determinar as decisões, o corpo e a leitura do restante da competição.

Pressão

Cobrança e avaliação

Expectativas próprias, familiares, do treinador, da equipe e de processos seletivos ou avaliações.

Atenção

Foco e tomada de decisão

Organizar a atenção para responder ao que a situação pede, sem ficar refém do medo de escolher errado.

Corpo

Lesão e retorno

Identidade, confiança, medo de nova lesão, perda de espaço e o tempo psicológico do retorno.

Carreira

Banco e transições

Mudanças de equipe, posição, categoria, treinador, rotina, país ou papel dentro do grupo.

Como funciona

O trabalho parte de situações reais do esporte.

Não existe uma apostila igual para todos. O processo considera modalidade, idade, rotina, momento de carreira e o que o atleta precisa compreender ou desenvolver.

1

Mapeamento da trajetória

Modalidade, função, categoria, rotina, histórico competitivo, lesões, mudanças, relações importantes e motivo da procura.

2

Leitura das situações de pressão

Analisamos momentos concretos: pré-competição, erro, banco, conversa com treinador, avaliação, cobrança ou retorno.

3

Construção de recursos

Foco atencional, recuperação, rotinas, comunicação, tomada de decisão, confiança e regulação emocional.

4

Aplicação no treino e na competição

As intervenções se conectam à semana do atleta e podem gerar pequenas tarefas ou pontos de observação para a rotina.

5

Revisão do processo

O olhar não fica restrito ao placar: observamos decisão, recuperação, consistência, comportamento e contexto.

Atletas jovens

Família e treinador fazem parte do contexto — sem ocupar o lugar do atleta.

Na formação esportiva, comentários sobre erro, titularidade, minutos em quadra, comparação, futuro e “potencial” podem aumentar ou reduzir a pressão. Quando necessário, realizo conversas com responsáveis para alinhar expectativas e orientar formas de apoio.

Isso não transforma cada sessão em uma devolutiva para os pais. O atleta precisa ter um espaço próprio, com vínculo e sigilo preservados.

Treinador, clube ou escola podem participar?

Quando houver pertinência, objetivo claro e autorização adequada, pode existir diálogo com treinador, comissão, escola ou outros profissionais. Esse contato não é automático e não transforma o acompanhamento em relatório de rendimento.

Formação e atuação

Psicologia clínica com leitura do contexto esportivo.

Sou Larissa Benites Lima, psicóloga registrada no CRP 06/227003. Minha atuação reúne experiência com categorias de base do E.C. Água Santa e formação complementar voltada ao contexto esportivo.

Entre as formações estão Psicologia do Futebol pela CBF, conteúdos de futebol de base pela CONMEBOL, tênis pelo CTB, Sports Physiology pelo Comitê Olímpico Internacional e FIFA Guardians.

Atendo atletas de diferentes modalidades, incluindo futebol, futsal, vôlei, tênis, tênis de mesa, kart e dança. A modalidade importa, mas o trabalho também considera idade, história, relações e o lugar que o esporte ocupa na vida daquela pessoa.

Conhecer minha trajetória e formação

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes sobre Psicologia do Esporte

Preciso esperar o rendimento cair para procurar uma psicóloga do esporte?

Não. O acompanhamento pode ser preventivo, apoiar o desenvolvimento psicológico e preparar o atleta para transições, avaliações e momentos de maior pressão.

Psicologia do Esporte é só para atletas profissionais?

Não. Atletas de base, amadores e profissionais podem se beneficiar, com objetivos e recursos adaptados à idade, modalidade e momento de carreira.

Como funciona quando o atleta é criança ou adolescente?

Os responsáveis participam em momentos específicos, sem transformar a sessão do atleta em uma devolutiva constante. O vínculo e o sigilo são preservados.

A psicóloga conversa com treinador ou clube?

Somente quando houver objetivo claro, pertinência e autorização adequada. O atendimento não funciona como extensão da comissão técnica.

O atendimento online funciona para atletas?

Pode funcionar para análise de situações, confiança, pressão, lesão, comunicação, tomada de decisão e planejamento psicológico, desde que existam privacidade e conexão adequadas.

É preciso ter diagnóstico para começar?

Não. A procura pode partir de uma situação esportiva, de uma transição, de um padrão que se repete ou do desejo de desenvolver recursos psicológicos.

O atleta não precisa chegar ao limite para começar.

O acompanhamento pode apoiar desenvolvimento, transições e situações de pressão antes que tudo vire uma crise.

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