A infância tem sua própria linguagem — muitas vezes mais presente no brincar, no desenho e no corpo do que nas palavras. Buscar apoio psicológico nessa fase não significa que algo está “errado” com a criança: significa abrir um espaço para que ela possa elaborar o que sente, no seu próprio tempo e do seu próprio jeito.
Quando o atendimento pode fazer sentido
Birras frequentes, dificuldade de regulação emocional, ansiedade, medos, mudanças de comportamento, dificuldades escolares ou na relação com colegas, além de mudanças familiares — como separação dos pais, luto ou chegada de um irmão.
Como acontece o processo
As sessões acontecem principalmente por meio do brincar e de recursos lúdicos e criativos — jogos, desenhos e histórias —, ferramentas que ajudam a criança a expressar o que sente sem precisar traduzir tudo em palavras. Também utilizo elementos da Terapia Cognitivo-Comportamental infantil, adaptados à idade e ao momento de cada criança.
O papel da família
Os responsáveis participam do acompanhamento com conversas periódicas para alinhar observações do dia a dia e orientações que apoiem, em casa, o que é trabalhado nas sessões.
